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Campanhas de Marketing com Scooters

O Estilo e Satisfação de quem Possui uma Scooter

Carlos Marcondes

 

      Cansado do estresse da capital, Carlos Marcondes Filho resolveu morar fora do Brasil por um tempo e na Europa criou uma paixão pelo scooter. “Na última vez que retornei ao país, vim determinado a comprar um. Fiquei três meses analisando o negócio, principalmente com relação a segurança, mas acabei comprando”. Marcondes Filho diz que reduziu seu tempo de deslocamento diário em uma hora. “Praticamente aposentei meu carro, não tenho mais vontade de guiar”, conta.

 

Claudio Franchini

 

  Há seis meses trocou um de seus carros por uma Scooter. “Sem caminhos alternativos eu levava uma hora para percorrer dez km de casa até o trabalho. Hoje faço o mesmo trajeto em 25 minutos”, conta Franchini, que não tinha prática nenhuma com motocicletas. “Eu nunca tinha andado de moto, mas li que o modelo era como uma bicicleta com motor. Freio na mão, marcha automática e leve, ideal para quem não tinha prática, como eu”.

 

Carlos Marcondes

 

      Cansado do estresse da capital, Carlos Marcondes Filho resolveu morar fora do Brasil por um tempo e na Europa criou uma paixão pelo scooter. “Na última vez que retornei ao país, vim determinado a comprar um. Fiquei três meses analisando o negócio, principalmente com relação a segurança, mas acabei comprando”. Marcondes Filho diz que reduziu seu tempo de deslocamento diário em uma hora. “Praticamente aposentei meu carro, não tenho mais vontade de guiar”, conta.

 

Fernanda Huerta

 

      Faça chuva ou faça sol a produtora Fernanda Huerta faz quase tudo com o seu scooter. “Só uso o carro nos finais de semana, mas até para a balada, se for perto, eu vou com o scooter mesmo”, afirma Fernanda. “Foi a melhor coisa que eu fiz. Dá para andar de vestido porque você vai sentada com as pernas fechadas e, para mim, dirigir de salto é melhor ainda, porque me dá mais estabilidade na hora de colocar o pé no chão”. Na hora de se vestir a produtora diz que não muda nada. “Você vai com a roupa que quiser, eu só visto a jaqueta ou a roupa de chuva por cima, mas quando chega no trabalho é só tirar, passar um batom e pronto”.

 

  Katia Zani Pereira

 

      A recepcionista Katia Zani Pereira foi mais longe. Vendeu o carro há nove meses e trocou por uma Honda Biz, até descobrir um fascínio por uma scooter. “Ela é muito mais fácil de guiar e o design é muito legal”, diz Kátia que fez um corte especial no cabelo para garantir o penteado depois de rodar 15 km até o trabalho. “O pior mesmo é em dia de chuva, mas mesmo assim vale a pena. Eu recomendo a solução para todos os motoristas, inclusive as mulheres”.

 

Rogério Sabbag

 

   O Empresário já foi do Rio até Itaipava, na Região Serrana, a bordo de sua Piaggio de 250 cilindradas.”Para mim, só não dá para ir até São Paulo” — brinca Rogério. —“ A scooter não é apenas prática, ela tem a ver com um estilo de vida.”  O romance de Rogério com a scooter repete a da maioria dos donos das maquininhas. Numa viagem à Itália, ele experimentou uma lambreta. Quando voltou, só pensava naquilo.

 

Marcello França

 

    O comerciante pilotou uma lambreta, ainda na adolescência. Depois, ele teve uma Vespa moderna — a motoneta italiana consagrada mundialmente — e com ela chegou a ir de Niterói a Duque de Caxias. “A Vespa é a mãe de todas as lambretas, e na época era muito desconfortável “— atesta ele. “As Vespas atuais são mais bonitas e tem mais estilo”.

 

Ricardo Horta

 

   “A scooter é ecologicamente correta, simplifica a vida e tem a cara do Rio. Os deslocamentos pela cidade se tornam muito mais prazerosos quando você desliza devagar e pode curtir a paisagem” — arremata o Empresário Ricardo.